Este não vi, mas gostava...
O livro, sim, li. Fiquei fã do Vadinho. A irracional atracção pela loucura.
Feliz ou infelizmente, acho que estou mais próximo, do segundo marido, o amigo farmacêutico . Mas não pensem que é tal e qual. Eu toco clarinete e o senhor Teodoro Madureira toca fagote. :-)
O vento vai me levando nesta minha nuvem que eu tento manobrar. Daqui vejo o mundo e o que me marca escrevo, por sentir que apenas a escrita, ouve e compreende os meus desabafos. Mas nem tudo o que vejo é real. Muitas vezes são apenas delírios da imaginação ou simplesmente, sonhos.
quarta-feira, dezembro 05, 2007
Dona Flor e Seus Dois Maridos
segunda-feira, dezembro 03, 2007
Por que, num mundo de aparências, nem tudo o que parece é.
Sim, é 2ª- feira mas, desta vez, está tudo calmo
Cotonete em Bossa Nova, por toda sala.
Assim a segunda-feira custa menos.
Muito menos.
sexta-feira, novembro 30, 2007
Filmes da minha vida - "Oficial e Cavalheiro"
Andei sempre mais depressa nos filmes do que na vida real. Ainda nem tinha dado sequer um simples beijito nos lábios* de nenhuma moça e já estava a ver este filme, com as cenas de sexo mais explícitas que eu já alguma vez tinha visto. Fiquei fascinado. Achei-me muito adulto, orgulhoso por já poder ver aquilo. Mas não foi só por causa dessas cenas que o filme me marcou. Marcou-me porque este, era o filme mais adulto que eu já alguma vez tinha visto e isso tornava-me mais homem, mais maduro. Eu já tinha visto o “Oficial e Cavalheiro”.
Nesta altura, por motivos que não interessam aqui, tinha uma entrada por semana grátis, num cinema perto de casa, e pelos mesmos motivos podia ver filmes para qualquer idade. Se um filme estivesse no cinema 6 semanas eu podia ver o filme 6 vezes. Foi o que aconteceu com este filme “Oficial e Cavalheiro”. Bati todos os recordes. Durante muito tempo foi o meu filme preferido. Talvez durante todo o tempo em que tudo aquilo era muito distante para mim, se calhar até, eu próprio viver aquele tipo de emoções. E que emoções.
*(existe uma palavrita que define isto, mas não sei como se escreve, alguém sabe?)
Não sei se me faço entender
Isto tudo para dizer claramente, que não me importava, ou melhor, eu gostava que a minha mulher, se pudesse não perder nada do que é, fosse, além disso, uma dona de casa prendada. Gostava que assim fosse por prazer e nunca por obrigação. É por isso que não toco no assunto. Não queria que fosse um favor, queria que fosse um mimo.
Um exemplo: não queria a porcaria do jantar todos os dias, mas um bolinho ao Domingo… feito com amor…
Série "My Kind Of Girl" - A escolha Americana

quinta-feira, novembro 29, 2007
Série "My Kind Of Girl"
quarta-feira, novembro 28, 2007
Filmes da minha vida - "La Boum - A primeira festa"
O filme “La Boum - A primeira festa” estava em exibição no velhinho Teatro Avenida de Coimbra. O meu irmão, mais velho que eu dois anos, preparava-se para ir com os amigos e eu resolvi interceder junto da minha Mãe para me colar.
O meu irmão não gostou nada da ideia e argumentou que o filme era para maiores de 13 anos e eu ainda só tinha 12. A minha Mãe não se impressionou com argumentação e mandou-me com ele. O meu irmão, muito irritado, porque não estava para me aturar e porque a ele, só o tinham deixado ver os filmes para maiores de 13, exactamente aos 13 anos, não me falou o tempo todo, do principio ao fim do filme, desde que saímos de casa até chegarmos. Lembro-me de, pelo caminho, correr atrás dos seus paços propositadamente apressados. Ele fugia de mim e eu corria atrás. Não podia perder aquela oportunidade. Não me lembro, mas já devia ter ouvido falar do filme, de tal forma foi, para a época, a minha determinação.
O filme foi fabuloso. Mostrava dois mundos que eu adivinhava para breve. As relações tempestuosas dos pais e o consequente divórcio, que no caso dos meus pais, se deu mais depressa do que eu na altura podia imaginar e as paixões fulminantes e arrebatadoras da adolescência. Essa sim, a grande novidade da vida que eu ansiava desesperadamente, achando mesmo, que já estava a começar a tardar.
Sai do filme emocionado, com um vazio na barriga do tamanho da minha expectativa da vida e de tudo o que estaria para vir. Naquele sábado fui para casa e sozinho no meu quarto fiquei deitado na cama. Não quis jantar, não quis passar o serão na sala. Acho que cheguei a chorar por achar que era o único no mundo que não vivia aquelas aventuras de adolescente. Afinal já tinha 12 anos. A vida estava a passar-me à frente e eu sem conseguir entrar. Um desespero.
Não sou capaz de descrever o filme em pormenor, mas as emoções que senti nunca mais esqueci. São assim os filmes que nos marcam.
segunda-feira, novembro 26, 2007
Sim, é 2ª- feira e eu estou com mau feitio
Pior ainda são aqueles malucos que a um mês do Natal, já andam a distribuir boas festas por toda a gente. Foi um desses que apanhei no Sábado num supermercado perto de casa. Um parvalhão que conheço desde miúdo, que sempre foi um “cagão”, que sei que vende seguros, tem um carro enorme e ainda por cima, uma porrada de filhos se despediu de mim com um “Boas Festas”. Em Novembro? Mas até às ditas festas ainda falta um mês! Um mês de dias potencialmente maus e o gajo anda preocupado com as festas? As festas são sempre boas e até lá que não me doa muito a cabeça. Agora festas…
sexta-feira, novembro 23, 2007
Saudade da Bahia - João Gilberto
|
Ah, mas que saudade eu tenho da Bahia
(Só Deus sabe!)
Ah, se eu escutasse o que mamãe dizia
Bem, não vá deixar a sua mãe aflita
A gente faz o que o coração dita
Mas este mundo é feito de maldade e ilusão
Ah, se eu escutasse hoje eu não sofria
Ah, esta saudade dentro do meu peito
Ah, se ter saudade é ter algum defeito
Eu pelo menos mereço o direito
De ter alguém com quem eu possa me confessar
Ponha-se no meu lugar
E veja como sofre um homem infeliz
Que teve que desabafar
Dizendo a todo mundo o que ninguém diz
Veja que situa...ção
E veja como sofre um pobre coração
Pobre de quem acredita
Na glória e no dinheiro para ser feliz
Dúvidas existênciais
Serei assim tão desinteressante? Sei que não sou uma pessoa cativante, pelo menos numa análise superficial, mas será que perco assim tanto p...
-
Quem dera pudéssemos parar o nosso filme nos momentos bons e ficar lá para sempre…
-
Serei assim tão desinteressante? Sei que não sou uma pessoa cativante, pelo menos numa análise superficial, mas será que perco assim tanto p...
-
Acabei ontem a formação. Como sempre acabou quando estava a gostar mais, quando começava a ter mais confiança com as moças colegas. Melhor a...