quarta-feira, junho 09, 2010

O Quebra-correntes

Uma gentileza da amiga dos "Pensamentos amigos", a Carla. Fico muito honrado com a distinção, mas vou cumprir apenas algumas das regras. Não vou escolher nehum blogue a quem entregar este selo. Todos os meus visitantes são merecedores deste selo, por isso, considerem-no vosso. De qualquer forma deixo aqui as regras para todos os meus visitantes que o queiram levar e cumprir. Obrigado!

Tarefas:

Quem recebe o selo Dardos deve:
(1) exibir a imagem do selo em seu blog;
(2) linkar o blog pelo qual recebeu a indicação;
(3) escolher outros 15 (quinze) blogs a quem entregar o prêmio Dardos e
(4) avisar os escolhidos.

Lindo...!

terça-feira, junho 08, 2010

Livros

Os livros são objectos pessoais. Pelo menos para mim são. E um livro pode ter uma outra história, além da que vem contada lá dentro a letra de imprensa. Uma dedicatória, uma recordação da pessoa que nos ofereceu, ou simplesmente do momento em que o decidimos comprar. As pessoas que guardam os livros, também têm uma história. Cada pessoa tem a sua história e todas são diferentes. Nessas diferenças está também a sua relação com os livros. Uns são possessivos, outros nem por isso. Conheço pessoas que nem sequer os emprestam quanto mais dá-los. Outras porém gostam de oferecer, um dos tais livros com as "duas" histórias. Cada um encara o objecto como quer e principalmente como o sente. Não há problema algum nisso.
Eu pessoalmente, quando leio um livro de que gosto, ele fica a fazer parte de mim. Gosto de os guardar, mesmo que não os volte a ler. Mas também gosto de os emprestar. Gosto que os meus livros acumulem mais histórias, vida e até cheiros, mas gosto que no fim voltem.
Gostos.

sexta-feira, maio 28, 2010

Só para dizer ...

...que ainda por aqui ando. :)

quinta-feira, maio 13, 2010

Sobre o tempo que passa, já quase indiferente

Neste blogue o tempo passa e já não se contam ou festejam aniversários. Este blogue perdeu de alguma forma, parte do seu sentido inicial. No fundo andava à procura do que eram para mim os segredos do universo feminino. Muitas das dúvidas que tinha, e cujas respostas procurava na blogosfera, já estão satisfeitas. As grandes dúvidas acabei descobrindo por fora, mas a verdade é que foi aqui, à volta dos blogues, que recolhi a motivação e a inquietação suficientes para buscar as respostas.

Mas a verdade é que sou um ser humano e isso significa que nunca estou satisfeito e que o esclarecimento de uma dúvida desencadeia o aparecimento de muitas outras, cada vez maiores. O problema é que daqui não tenho obtido nem mais respostas, nem sequer novas inquietações. Talvez ande distraído.

Pedaços soltos, rebuscados de textos sem sentido

O ser humano será perfeito no dia em que conseguir viver para além das regras, no dia em que for capaz de viver em total liberdade sem que isso afecte a liberdade dos outros, no dia em que cada um se contente em tratar apenas dos seu destino e não quiser mandar no destino de todos.

segunda-feira, maio 10, 2010

Aventuras de um homem casado na entrada da crise dos 40

Andava eu pelo centro comercial, acompanhado pela minha mulher, quando vejo uma moça com um brutal vestidinho justo e curto. Claro, não fui capaz de tirar os olhos de cima, mesmo estando acompanhado. Só deixei de olhar, quando o ângulo me obrigaria a rodar demasiado a cabeça (ainda agora fiz 40). Eu sei também, porque vi bem, que ela me viu e percebeu com que olhos eu a olhava. Mas isso já não é problema nem vergonha para mim. Deixei-me dessas coisas. Está ali à mostra, com certeza que é para olhar. É umas das características dos 40. Já não nos importamos muito e arriscamos um pouquinho mais.

O problema foi quando num segundo encontro, totalmente casual, a minha mulher, desta vez mais atenta, a vê também e a cumprimenta com bastante confiança. Eram colegas da escola. Fiquei um bocado atrapalhado. Desta vez já não olhei nada, acho que até virei a cara. A barraca estava montada.

Bem. Adiante. Para evitar maiores constrangimentos contei à minha mulher o que se tinha passado. Aquela coisa de ficar irresistivelmente com o olhar preso. Fui sincero. Porque a conheço, sei que não levaria a mal. Expliquei que não tinha culpa, que não era capaz de evitar olhar. Que a moça estava mesmo a provocar. Acertei. Não se importou e até achou piada. Nestas situações, a verdade e a sinceridade são sempre a melhor solução. Para todas as partes.

Paixões

Outra das minhas grandes paixões! Actriz linda e doce e que ainda por cima, canta assim desta forma...



É claro que hoje em dia, já é uma paixão secundária. É mais um carinho antigo, uma amizade. Nestas relações a vida corre muito depressa e estão sempre a aparecer moças novas que fazem as menos novas cair do nosso pedestal. As actrizes, cantoras e todas estas mulheres famosas, têm sempre este grande problema. Os nossos compromissos com elas são sempre frágeis e nada nos impede de as trocar as vezes que queremos, por outras (sublinho outras no plural) mais novas e frescas. Sem dramas nem dor.

quarta-feira, maio 05, 2010

[...]

Hoje o despertador trocou-me as voltas. Faltou-me o segundo toque. O primeiro é só para me ir habituando à ideia… Acordei assarapantado e levantei-me a correr. Como sempre nestes casos, metade de mim ficou agarrado aos lençóis.
Já só a recupero quando para lá voltar.

terça-feira, maio 04, 2010

Vertigem

Esta coisa do Facebook está a transformar-se numa viagem vertiginosa ao passado. Vertigem que vem da velocidade com que se encontra gente de passados diferentes, e da velocidade com que se reatam relacionamentos em pontos tão distantes daqueles em que tínhamos ficado.

Quando perceber se isso é bom ou mau, conto…

Dúvidas existênciais

Serei assim tão desinteressante? Sei que não sou uma pessoa cativante, pelo menos numa análise superficial, mas será que perco assim tanto p...