quarta-feira, outubro 14, 2015


Sou engenheiro de formação e como tal, habituei-me a esquematizar tudo. Nos estudos, no trabalho e claro, na minha vida pessoal.

Eu tenho a teoria de que todos os homens e mulheres se posicionam numa linha que que vai da mulher muito feminina ao homem totalmente másculo. Não existem na minha lógica, apenas homens e mulheres. Existem homens mais masculinos e menos masculinos, assim como mulheres mais e menos femininas. E a linha onde essa gente toda se posiciona é contínua e não tem por isso uma separação clara, pelo que encontramos mulheres tendencialmente masculinas e homens com comportamentos femininos.

Acredito nesta teoria e aceito-a com muita naturalidade. Sei posicionar-me nessa linha e consigo também, posicionar as pessoas que vou conhecendo melhor.

Mas o que acho mais interessante é a quantidade imensa de possibilidades que existem, de diferentes tipos de relacionamentos e nas consequências destas características, nesses mesmos relacionamentos.

Se temos, por exemplo, um homem que está no meio da sua linha masculina e uma mulher no mesmo local da sua linha feminina, então teremos um casal normal. Pelo menos aparentemente. Até aqui tudo bem. O que eu ainda não descobri é, se uma mulher do extremo da feminilidade se dará bem com um homem do extremo oposto, ou se pelo contrário preferirá um homem que se situe mais perto da divisão entre homens e mulheres, ou se porventura não se poderá sentir até atraída por uma mulher masculina. Assim como não tenho a certeza se um homem feminino se interessa por um “super-macho” ou se interessará por outro homem feminino.

Baseado na minha experiência posso tentar dar um palpite. Não tenho nada mais do que a minha própria experiência de vida e o empirismo resultante de uma vida de observações, para me basear no que vou escrever, mas eu acho que existe nessa linha, um espaço mínimo e máximo para que uma relação resulte, isto é, um intervalo de tamanho constante que movendo-se sobre a linha origina em todos os casos relacionamentos com aptidão para resultarem bem. Todos os outros darão relacionamentos desequilibrados.

Pensem nisso se vos apetecer, e se quiserem dêem-me ​a vossa opinião.

P.S. Entretanto, enquanto procurava uma imagem para ilustrar este texto, dei de caras com este teste. O teste em si parece um bocado parvo, mas depois, no texto que revela os resultados aparece a tal linha de que falo.  http://galirows.com.br/teste1.php

Provocações

“Pensei em ti e… dorme com os anjos :) Sonhos doces :) Beijo”

Ontem, recebi esta mensagem no meu telemóvel. Quando a li e quando respondi, não achei nada de relevante na mensagem, apesar de me ter surpreendido por não ser costume. Mas um pouco depois, abri os olhos e voltei a lê-la. Não tinha reparado com atenção no “e…”. O que terá faltado escrever?

Podia ter perguntado, não era? Pois, mas não perguntei. Com esta moça nunca me meti e não quero meter-me. Tenho que resistir.


Mas o que terá faltado? Será aquilo que estou a pensar? 

sexta-feira, outubro 09, 2015

Saudades


Sinto saudades do blogue, do tempo em que escrevia quase por impulso, e da forma como isso me aliviava a alma.

A principal razão para o meu afastamento do blogue, confesso, é a porcaria do facebook, que cada vez mais é um antro de ódio e ofensa, e que me tem roubado tempo à vida e claro, ao blogue.

O facebook pode ser viciante e acho que para pessoas solitárias como eu, mais apelativo se torna. No entanto, não retiro dele mais prazer do que tirava com o blogue, ou tiro? Sim tiro algum prazer e às vezes algumas alegrias, mas será que o tempo que passo a olhar para aquilo compensa? 

De qualquer forma, esta minha nuvem é sempre o meu ponto de retorno. Disso tenho a certeza. Aqui, volto sempre, como quem volta sempre para o conforto e segurança de um lar, como quem volta para a companhia de um bom amigo.

quarta-feira, setembro 16, 2015

Puxa!!! É o mundo que está a mudar ou sou eu que só agora o estou a conhecer?

E nem a propósito. Numa festa neste último final de semana, uma mulher, casada com um empresário muito bem sucedido, e que eu conheço já dos tempos de estudante, depois de eu a ter cumprimentado disse-me mais ou menos o seguinte:

- Já vi que tens uma namorada nova. É pena. Podíamos-nos ter conhecido um pouco melhor. Ainda por cima acho que essa tua relação não vai durar...

E eu, percebendo onde ela queria chegar, respondi meio embasbacado: - Mas tu és casada...!

Mas ela desvalorizou o facto e insistiu no que tinha dito antes e foi-se embora, deixando-me a mim, estático e com cara de parvo.

Puxa!!! É o mundo que está a mudar ou sou eu que só agora o estou a conhecer?


quarta-feira, agosto 26, 2015

Desabafo

Existe um tipo de mulher que, me parece, que eu tenho uma boa propensão para atrair. São mulheres que nuca foram ricas, a não ser no período em que foram casadas. Agora separadas, já não se podem dar aos luxos a que se tinham habituado, no entanto, já têm bastantes dificuldades em viver sem eles.

Por alguma razão, sentem-se atraídas por mim. E não, eu não sou o homem que lhes pode garantir esses luxos, porque, para além de não ser rico (vivo razoavelmente, mas também não dá para grandes luxos, muito menos luxos para dois) também sou um bocado forreta. E essa forretisse deixa-me algo desconfortável numa relação, por causa daquilo que considero essencial e que considero apenas acessório.

Mas isto tudo para chegar a uma simples conclusão. Os homens ricos, trocam com alguma frequência de mulher. Já as mulheres na mesma situação, raramente abandonam os seus parceiros. São por isso raras, na forma disponível.  

Mas apesar de deixar essa ideia, não é o que eu quero. Eu não ando à procura de uma mulher rica. Nem sequer menos rica ou até pobre. Isso é indiferente se eu for capaz de a amar. O que eu não procuro, o que eu não quero, são mulheres que andam desesperadamente à procura de um estatuto que lhes fugiu debaixo dos pés. Comigo isso não vai resultar. 

Tenho dito!

O que na verdade conta

Já aqui escrevi, mais que uma vez, listas de características que considerava essenciais numa mulher, para mim. Tretas! Tudo tretas!

A única coisa que eu quero é ser capaz de me apaixonar, só isso. A única coisa que eu quero é amar. Nada mais, tudo o resto são tretas!


sexta-feira, julho 31, 2015

Estou com uma dúvida...

Ver  uma rapariga na praia, trocar alguns sorrisos, a propósito das travessuras que as crianças, que estavam com ela, faziam e no dia a seguir, meter conversa, é a mesma coisa que meter conversa no facebook? Se é, lá se foi a minha promessa…. :) 

Ai, ai,...

sexta-feira, julho 10, 2015

Férias!!!


Como o ano passado foi bom, este ano repito. Quase tudo igual, só mudo de instalações. Um pequeno up-grade. 

All by myself. :)

sexta-feira, julho 03, 2015

Promessa de bloguer II

Pois é,… A promessa ainda vale.

Não voltei a pedir amizade a desconhecidas nas "redes virtuais" e por alguma razão (talvez simples coincidência), também nenhuma rapariga desconhecida me voltou a pedir amizade também.

À minha volta têm andado duas ou três raparigas, a quem não tenho dado a mínima “bola”, mas que, apesar de tudo, continuam a insistir.

Portanto, tudo isto significa que tenho andado por aí, sozinho. Muito sozinho. Sentidamente sozinho.
A minha vida não tem aquela adrenalina que tinha, mas também, pelo menos, não ando metido em confusões. Não me magoo, nem magoo ninguém.

Apostei que ia esperar pela paixão, pelo encantamento e pelo amor. Tudo junto ou uma destas coisas de cada vez, mas não está fácil. Quem me conhece, talvez ache que não seria difícil. Não sou feio (à quem diga que até sou jeitosito), estou livre, tenho um trabalho relativamente seguro e não tenho filhos, e por isso nem sequer tenho ex-mulher “à perna”. Mas o facto é que não acontece. Nada acontece. 

O meu trabalho não ajuda muito. Não me socializa muito. Estou todo o dia enfiado numa pequena aldeia onde só moram velhotes (as aldeias do interior de Portugal, definham aos poucos) e quando volto à cidade vou cansado e só quero tomar banho e sossegar. Mas mesmo que quisesse sair, não teria com quem. Isto é, até tinha, mas era com moças e com moças não é fácil conhecer outras moças. Depois, em terras pequenas se somos vistos com uma pessoa, é porque há caso e se há caso, o pessoal afasta-se. Não tenho amigos homens, ou pelo menos daqueles a quem se telefona para sair, ou que sabemos sempre onde estão e dá para ir ter com eles.

Enfim, coisa complicada, não? Vou tentando adaptar-me.  

quinta-feira, junho 25, 2015

Promessa de bloguer I

Só para dizer que esta promessa ainda está de pé. Hoje não posso, mas assim que puder venho aqui fazer um balanço. 

Dúvidas existênciais

Serei assim tão desinteressante? Sei que não sou uma pessoa cativante, pelo menos numa análise superficial, mas será que perco assim tanto p...