sexta-feira, maio 22, 2020

Sacred Water

L'eau sacrée, un film d'Olivier Jourdain

Um dos maiores segredos da sexualidade feminina (que até a maior parte das mulheres desconhece), um dos maiores tabus da intimidade feminina, no Uganda, é ensinado como sendo um direito das mulheres e um orgulho para os homens, que conseguem provocar nas suas parceiras aquilo a que por lá chamam de Sacred Water. 


Se puderem vejam o documentário e se quiserem (eu acho que deviam querer) vivam a vossa sexualidade em pleno. Só vivemos uma vez e nem todos nascemos no Uganda. 

sexta-feira, maio 08, 2020

14 anos de Nuvem

Este meu blogue, atravessou comigo, uma das fases mais bonitas da minha vida. Não a mais fácil ou mais tranquila. Só a melhor.
Fico feliz por quase tudo aqui ter ficado registado.

Comecei aqui com 36 anos, casado e envolto numa vida (percebi entretanto), monótona e desinteressante. Dei muita volta (este blogue ajudou-me). Ri, chorei, lutei, descansei, mas vivi. Muito e muito depressa.

Hoje tenho 50 anos, estou a viver quase como casado e envolto numa vida ...

terça-feira, março 31, 2020

De volta a casa

Abri a persiana e uma sensação de felicidade serena invadiu a minha alma e percorreu todo o meu corpo.
Estava de volta a CASA.

sexta-feira, março 27, 2020

]...[

Nem as tuas fotos tenho coragem para ver,…
Resisto à tentação de tentar falar contigo. Tento nem sequer pensar em ti, como se isso fosse simplesmente possível,…
Sinto que ao mínimo descuido desabará toda a estrutura teórica que criei para seguir e para me manter num caminho racional.

quinta-feira, fevereiro 13, 2020

Inspiradora

É de facto a mulher mais bonita de todos os tempos. E quando fala, então,...
Ai, ai,... :)

sexta-feira, janeiro 03, 2020

Já percebi,...

Estarei sempre perdido entre o coração e a razão. E quase sempre do lado errado.
Quando estiver na razão vou desejar coração e quando estiver com o coração vou desejar estar na razão. Foi sempre assim até aqui,... vai continuar a ser assim.

..

terça-feira, outubro 08, 2019

Já nem eu tenho paciência para estas minhas reviravoltas

Desta vez não vou apresentar desculpas ou razões exteriores para mais este falhanço na minha vida.

Quando voltei para ela, há quase um ano, sabia para o que ia e o risco que corria. Abdiquei da paixão, da emoção e até do amor para ter uma vida estável e tranquila, junto de uma família “perfeita”. Achei que era tudo o que precisava e que tinha que me conformar com o resto. Achei que um dia ia olhar para trás e ver que tinha tomado a decisão certa.

Mas não fui capaz de viver assim. Faltou-me emoção, faltou-me ter o comando dos meus destinos, faltou-me a minha cidade, faltou-me o meu “ninho”.

E meio sem querer, fui deixando entrar aquilo que faltava na minha relação. Minha culpa. Minha fraqueza. Sempre tentando convencer-me que o que fazia, fazia sem maldade e sem prejudicar ninguém. Estava enganado.

segunda-feira, setembro 16, 2019

[...]

Sonhos - Caetano Veloso
"Tudo era apenas uma brincadeira
E foi crescendo, crescendo, me absorvendo
E de repente eu me vi assim completamente seu
Vi a minha força amarrada no seu passo
Vi que sem você não há caminho, eu não me acho
Vi um grande amor gritar dentro de mim
Como eu sonhei um dia"

sexta-feira, setembro 06, 2019

Ou então não,...

Altero-me para equilibrar a relação. Moldo-me a ela, adapto-me, porque tenho quase a certeza que se for eu mesmo, se mostrar a minha essência, a relação desmorona. 

Ou então não,...

To be continued,...

Tinha acabado de aterrar no aeroporto de Campinas, em São Paulo, em trânsito entre Porto Seguro e Lisboa. Ligo o telemóvel e entre as notificações, vejo um pedido de amizade no facebook.  De relance vi uma foto de uma mulher bonita, e fiquei curioso. Mas os aeroportos têm olhos, e mais olhos tem a minha namorada, por isso, mudei o ecrã do telefone e segui a vida como se nada fosse. Mas, por alguma razão, aquela fotografia, aquele pedido não me saiu da cabeça.
Foi já só em Portugal, que consegui ter tempo para ver quem era a mulher bonita que me pedia amizade. Consegui ver que não era um pedido falso, de alguém interessado em, mais tarde, vender uma coisa qualquer, consegui perceber que essa mulher, de facto existia e que tinha uma vida real. Aceitei. Por que razão não haveria eu de aceitar?

Dúvidas existênciais

Serei assim tão desinteressante? Sei que não sou uma pessoa cativante, pelo menos numa análise superficial, mas será que perco assim tanto p...