sexta-feira, janeiro 28, 2011

E de repente,...

..., esta semana, parece que todas as mulheres reparam em mim!!!!

Começou na segunda-feira, com a moça da loja dos óculos, para quem, qualquer par me ficava "mesmo bem", e falava, falava e falava. Derretia-se em simpatia, passando por umas míudas que andam por aqui a tirar um cuso qualquer, que passam por mim, sempre cheias de sorrizinhos, segredinhos e olhares fixos, acabando hoje na minha Ex a recordar-me dos bons velhos tempos, que de mim só tem boas recordações e a convidar-me para um cafézinho um dia destes,... Felizmente moramos longe um do outro!

Puxa, que isto não está nada fácil! :))

quinta-feira, janeiro 27, 2011

E quando eu descobrir o segredo...



E quando eu descobrir o segredo
Da nebelina cinzenta
Que torna a água barrenta
E sem perdão me esmaga o peito

E quando se levanta de repente
A névoa que cobre o rio
Que gela tudo de frio
E escurece a corrente

Longa se torna a espera
Na névoa que cobre o rio
Lenta vem a galera
Na noite quieta de frio
E quando...

E quando eu apanhar finalmente
O barco para a outra margem
Outra que finde a viagem
Onde se espere por mim

Terei, terei mais uma vez a força
Para enfrentar tudo de novo
Como a galinha e o ovo
Num repetir de desgraças

Longa se torna a espera
Na névoa que cobre o rio
Lenta vem a galera
Na noite quieta de frio
E quando...

Caminhos

Alguém falava por aí na rede, em caminhos e nas escolhas de percursos e eu fiquei a pensar no assunto.

Exactamente porque neste momento estou a seguir a minha estrada, traçada há já muitos anos, e embora as coisas nem sempre tenham corrido como desejei, tenho agora a possibilidade de caminhar na direcção de um objectivo aliciante, colocado mais à frente, mas nesta mesma estrada. No entanto é preciso começar desde já a dar forma a esse objectivo e o problema é que, ao mesmo tempo, tenho olhado com muita atenção e até com alguma tentação, para muitos cruzamentos. E mais, estou sempre à espera de encontrar o “tal” caminho novo ao virar da curva.

E a questão é, a minha dúvida é, a minha insegurança é: posso continuar na minha velha estrada e olhar só em frente, esquecer que existem caminhos diferentes e esperar e fazer por ser feliz nesta mesma estrada; posso desviar o meu caminho, num qualquer cruzamento em que o destino pareça melhor; ou simplesmente posso sair da estrada, caminhar pelo campo e esperar com calma e de espírito aberto, um caminho que me pareça ser o “meu”, feito à minha medida. Porque cada um tem o seu, não tem?

Conquistas

Raras foram as vezes em que conquistei uma miúda, uma moça ou uma mulher a partir do nada. Aliás, tenho que me esforçar bastante para me recordar de alguma dessas situações. Acho que estão naquela parte da memória, em que a realidade se confunde com o mito. Não sei se percebem o quero dizer. Ver, aceitar o desafio, jogar e ganhar.

Tive situações, em adolescente, em que fiquei a meio. Dei dois ou três passos e depois fiz figura de parvo ao não ter coragem de dar o passo final. Todas as minhas namoradas, ou foram elas que me conquistaram ou fomos simplesmente empurrados por amigos e pouco tivemos que fazer. Sou tímido, tenho pavor dos “nãos” e do ridículo. Enfim, tenho pouca auto-confiança e auto-estima.

A longo e médio prazo, tenho a perfeita noção que perdi muitas oportunidades de relacionamentos com mulheres bonitas e vistosas, mas no curto prazo... fica sempre a dúvida. Vivo sempre na dúvida. No “será?”.

Este meu feitio deve ser o melhor seguro de fidelidade para qualquer mulher, se não em pensamentos (mas quem será?), pelo menos em termos físicos. Seguramente. :)

terça-feira, janeiro 25, 2011

Brilho no olhar

Nos meus sonhos viajo numa relação em que, o equilíbrio se faz entre beleza, sensualidade e dedicação ao outro de um lado e o despertar de novos horizontes, novos ambientes e novos hábitos de vida e de cultura do outro. Apenas pelo prazer de dar. Apenas pelo prazer de ver brilhar de encanto uns olhos simples.

segunda-feira, janeiro 24, 2011

Momentos mágicos




Mas uma das melhores partes estava guardada para o último dia. Farto das praias do hotel, sempre à pinha de turistas convencionais, desejosos de beber e comer tanto quanto podem e conseguem, nos últimos dias, comecei a apanhar o transporte público e a procurar praias mais naturais e menos frequentadas. E foi numa dessa praias que, de surpresa, consegui este magnífico momento. Equipado com os meus óculos de água, barbatanas e escafandro, de máquina fotográfica descartável no pulso, fui nadando mar adentro, procurando a melhor forma de esgotar o rolo da dita. E não é que de repente dei de caras com este bicho? Nem imaginam a minha emoção. Momento mágico, em que sozinho, partilhei aquele espaço com aquela tartaruga enorme, que pouco se importou com a minha presença. E só me vim embora porque excitado, queria contar o que tinha visto. Mas nem me dei conta do quanto nadei e do tempo que passou, que quando quis voltar já o sol se punha e já nem eu tinha forças para voltar. Mas valeu. E valeu a sorte de ter levado a máquina para registar o momento. Partilho.


sexta-feira, janeiro 21, 2011

E lembrei-me porque passo a maior parte do ano a trabalhar










Vale a pena, não vale?

Ontem lembrei-me das férias

E lembrei-me também, que nem uma foto aqui deixei. Mais vale tarde que nunca. Bora lá!

quinta-feira, janeiro 20, 2011

Não me perguntem porquê,...


Mas este, é mesmo o meu tipo de filme.
Mesmo sem a Scarlett Johansson. Grande Woody Allen!

terça-feira, janeiro 18, 2011

Estudo de opinião

Se uma moça me diz que as minhas ovelhas, são as mais bonitas que alguma vez viu, o que estará ela a querer dizer?

  1. Que de facto acha as minhas ovelhas muito bonitas. Só isso e nada mais;
  2. Que estava com uma vontade imensa de dizer que o dono das ovelhas era a criatura mais interessante que ela já tinha conhecido;
  3. Que na sua opinião de Lisboeta urbana, das 10 ovelhas, que em toda a sua vida tinha visto ao vivo , as minhas 5, eram mesmo as mais bonitas.

Dúvidas existênciais

Serei assim tão desinteressante? Sei que não sou uma pessoa cativante, pelo menos numa análise superficial, mas será que perco assim tanto p...