segunda-feira, janeiro 30, 2012

O meu nome

Nas arrumações encontrei um velho cartão com o significado e a descrição da personalidade das pessoas com o meu nome. É claro que não posso acreditar que somos todos iguais, consoante o nome que temos, mas por coincidência esta descrição não anda muito longe.

Vem do Latim "Didacu" que significa doutrina.

É sonhador, procura experiências e aventuras, adaptando-se bastante bem às novas situações, e não gosta de se envolver demasiado.

É inteligente e intuitivo, falta-lhe é um pouco de confiança em si próprio, o que lhe traz certos dissabores.




Porque todo o momento tem a sua banda sonora

Hoje esta é a minha...

E tive

Perguntei. Ouvi o que queria e o que não queria. Ponto final.

Mania a minha de confiar e acreditar em tudo o que me dizem… depois dá nisto. Caí no feitiço...

quinta-feira, janeiro 26, 2012

Finais

Não gosto daqueles filmes em que não se percebe o fim, ou porque o realizador faz de propósito ou porque somos nós que não alcançamos a mensagem. De qualquer forma nessas coisas sou muito terra-a-terra. Gosto de finais bem marcados e definidos. Na vida real também. Não gosto de não entender um final assim como não gosto de não ter explicações. Há sempre um motivo, por mais estranho que possa ser. E é esse motivo que quero encontrar, para o súbito afastamento da princesa feiticeira. Evito perguntar para não ouvir o que não quero, mas vou ter de o fazer. Eu quero ter o meu final.

Cartas perdidas

Por mais que uma vez me disseste que não querias mais sofrer. Que não querias mais sair magoada de uma relação. Acredita, eu também não. Mas depois de tudo o que me disseste, da paixão, da ansiedade que não te deixava dormir nem comer, da pressa em estarmos juntos, fizeste-me acreditar. E fizeste-me acreditar de tal forma que rapidamente também eu estava apaixonado. Também eu sentia por ti tudo aquilo que dizias sentir por mim. Foi por isso que quando de um momento para o outro te afastaste, quem ficou a sofrer fui eu. Sem perceber bem o que se tinha passado, imaginei várias hipóteses para esse afastamento e sempre querendo acreditar naquelas que no fim te traziam de volta para mim.

Mas agora que este tempo todo passou, que o furacão passou por mim, que já só resta uma brisa, fria, mas mesmo assim apenas uma brisa, começo a duvidar de tudo e sinto que afinal fui apenas um brinquedo “novo” nas tuas mãos. Quem ficou magoado no fim, afinal fui eu…

Mas quero que saibas, que no entanto acabaste por me ajudar, ao impulsionar a minha vida. Quer queiras quer não, é tua a responsabilidade do momento da minha separação e isso posso te agradecer com sinceridade.

Eu ainda vou ser muito feliz. Posso não saber como nem quando, mas vou.

segunda-feira, janeiro 23, 2012

Estado do sítio

Agora falta-me uma mulher para me ajudar a escolher tapetes e essas coisas...

sexta-feira, janeiro 20, 2012

Já tenho móveis em casa

Continuo sem panelas, mas continuo sem dar por falta delas.
Os móveis sim. Já lá estão todos. Antigos, herdados, todos com história, mesmo como gosto. Os enfeites chegam depois, quando os móveis estiverem todos no lugar. Por enquanto ainda andam quase todos espalhados pelo meio do t1 à procura do seu canto.

"Quem foi que disse que é impossível ser feliz sozinho?
Vivo tranqüilo, a liberdade é quem me faz carinho."

quarta-feira, janeiro 18, 2012

terça-feira, janeiro 17, 2012

Feita à medida


No novo tempo, apesar dos castigos
Estamos crescidos, estamos atentos, estamos mais vivos
Pra nos socorrer, pra nos socorrer, pra nos socorrer
No novo tempo, apesar dos perigos
Da força mais bruta, da noite que assusta, estamos na luta
Pra sobreviver, pra sobreviver, pra sobreviver
Pra que nossa esperança seja mais que a vingança
Seja sempre um caminho que se deixa de herança
No novo tempo, apesar dos castigos
De toda fadiga, de toda injustiça, estamos na briga
Pra nos socorrer, pra nos socorrer, pra nos socorrer
No novo tempo, apesar dos perigos
De todos os pecados, de todos enganos, estamos marcados
Pra sobreviver, pra sobreviver, pra sobreviver
No novo tempo, apesar dos castigos
Estamos em cena, estamos nas ruas, quebrando as algemas
Pra nos socorrer, pra nos socorrer, pra nos socorrer
No novo tempo, apesar dos perigos
A gente se encontra cantando na praça, fazendo pirraça

domingo, janeiro 15, 2012

Dúvidas existênciais

Serei assim tão desinteressante? Sei que não sou uma pessoa cativante, pelo menos numa análise superficial, mas será que perco assim tanto p...