Soprei que me fartei, perdi o fôlego e quase desmaiava de tanto inspirar e expirar. Foi um sucesso porque não tinha a certeza de que pudesse alguma vez fazer aquele pífaro tocar, mas tocou. Fiz os exercícios, tudo direitinho e quando apanhava o professor pelas costas tocava em todos os botões (que são imensos), de cima a baixo e de baixo a cima, em magníficos improvisos. Foi muito divertido.
Vou esperar uns tempos, até ter a certeza de que é o que quero, para depois comprar (ou não) o clarinete, até porque, não achei grande piada a partilhar a boquilha com o professor, mesmo tendo ele o cuidado de a limpar com as mãos, mas não posso demorar muito porque os trabalhos de casa são essenciais à aprendizagem.
