segunda-feira, março 29, 2010

Uma boa semana


"Novinha em folha"

PS. Que moças tão simpáticas! :)

sexta-feira, março 26, 2010

Perdidos III

Ela apareceu na sua vida, vinda não se sabe muito bem de onde, nem porquê. Mas o certo é que ele a esperava. E assim que ela apareceu recebeu-a de braços abertos.

Mas ela tão depressa apareceu como se esfumou. O que ela queria ele não lhe pôde dar e o que ele queria ela não tinha para dar. Mesmo assim aproveitou tanto quanto pôde e ela fez o mesmo. Não se arrependeu, dela nunca soube…

Ele apenas queria uma amizade simples. Talvez não tão simples…
Procurava uma amiga. Talvez um pouco mais que isso (razão pela qual só podia mesmo ser amiga e não amigo). Alguém que se sentisse tão só e tão perdido no mundo como ele próprio. Alguém com quem tivesse prazer em conversar. Falar e ouvir. Rir e se calhar chorar. Alguém em que o contacto físico fosse possível. Um abraço, uma mão dada, um silêncio cúmplice, um beijo,… apenas porque estavam tão próximos. Alguém que partilhasse os seus medos, angustias, gostos e alegrias.

Mas ela tão depressa apareceu como se esfumou e ele continuou a sentir falta…

Perdidos II

O filme, “Lost in Translation”, de certa forma, representa a tal amizade de duas pessoas sós e perdidas numa cidade distante e diferente, mas que resistem, numa espécie de limbo, a avançar para algo mais que a amizade e isso, tem para mim um valor e uma beleza incríveis.

Perdidos I



Bob is An Actor
Bob is Lost
Bob Doesn't Speak The Language
Fortunately For Bob
Friendship Needs No Translation

Sometimes You Have To Go
Halfway Araound The World
To Come Full Circle
Lost in Translation


Este podia ser o meu filme...
E esta podia se a minha banda sonora.

segunda-feira, março 22, 2010

O meu primeiro CD




Este foi, depois do vinil, o primeiro CD que comprei. Nem sequer tinha leitor de CD's, mas este eu sabia que tinha que fazer parte da minha colecção. E foi caro. Tive que juntar uns tostões. Na altura a vida, pelo menos para mim, era bem mais difícil do que é hoje. Portanto este é meu CD n.º1. Para além da sua qualidade própria (discutível, claro), tem valor sentimental. Hoje tenho outra preferências, mas este CD é um marco.

Estes "New Order" foram os principais precursores da música electrónica. Aparecem em 1980, a partir de um grupo punk, os "Joy Division", após o suicídio do seu vocalista, Ian Curtis.

Apesar da electrónica, de que não sou muito fã (aliás, cada vez menos), têm um som algo distorcido, muito característico, de que gosto muito e que me faz reconhecer sempre as suas músicas.

sexta-feira, março 19, 2010

"@#$%&/!*@##$!

A calma das minhas ovelhas contrasta com a irritação com que estou agora. Mas passa. Isto passa.
Bom fim-de-semana. :)

quarta-feira, março 17, 2010

Amizades

Eu até já era fã no facebook desta moça, cujo concerto descrevi aqui. Agora o que eu nunca poderia esperar era que no mesmo facebook ela me convidasse para seu amigo. Passei de fã a amigo e foi ela que me convidou!!! Dizia lá: "Sara Serpa adicionou-te como amigo no facebook. Precisamos que confirmes que conheces Sara para que sejam amigos no Facebook". Está muito claro e claro, como ela me deu um autógrafo no CD que lhe comprei pessoalmente, somos conhecidos. Por isso a aceitei.

Grande pinta! Fiquei mesmo contente, mesmo sabendo depois, que fui convidado juntamente com mais umas 40 pessoas, but who cares?. A vida é demasiado curta para levarmos tudo muito a sério e sonhar é bom e faz bem à saúde. :)

sexta-feira, março 12, 2010

Diálogos de uma Sexta-feira

Conversa de hoje com a moça dos extintores:

Moça - Volto para o ano se ainda cá estiver.
Eu – Então, vai mudar de emprego?
Moça – Estou farta disto. Muitas horas de carro, chego sempre tarde a casa e com dores de cabeça. O meu marido queixa-se. Até diz que eu tenho “amigos” por aqui. Se ele viesse comigo logo via o que custa…
Eu – Pois, isso assim é chato. Trabalho difícil…

A conversa que eu DEVIA ter tido com a moça dos extintores (que por acaso, se quisesse arranjar “amigos”, até nem teria problemas nenhuns).

Moça - Volto para o ano se ainda cá estiver.
Eu – Então, vai mudar de emprego?
Moça – Estou farta disto. Muitas horas de carro, chego sempre tarde a casa e com dores de cabeça. O meu marido queixa-se. Até diz que eu tenho “amigos” por aqui. Se ele viesse comigo logo via o que custa…
Eu – Pois, isso assim é chato. Trabalho difícil… Olhe, se eu fosse seu marido resolvia o problema assim: quando chegasse a casa, preparava-lhe um banho quentinho, acendia umas velinhas na banheira. Deixava-a repousar um bocado e depois, no quarto quentinho, fazia-lhe uma massagem, que não sei como se faz mas imagino, (tenho umas ideias) e afinal de contas o que interessa é o toque, o contacto,… O corpo depois responde.
Eu – Acha que resultava?
Moça - …?

Pois, mas não disse nada disto. E ainda podia encaixar pelo meio umas bocas foleiras relacionadas com extintores e fogo. Não era muito difícil. Mas não, nunca digo o que quero na hora certa, ou porque não me lembro logo, ou porque fico sem coragem para dizer.

Da próxima digo-lhe.

Bom Fim-de-semana. :)

quarta-feira, março 10, 2010

[...]

Ouvi outro dia, numa rádio qualquer, que os homens se sentem, na sua maioria, com menos 12 anos do que na realidade têm. Eu acho que é verdade. :)
28 aninhos! Mais nada!

sexta-feira, março 05, 2010

Pois é...

Na dúvida acabei por contar logo. Eu tinha que contar a alguém ou rebentava.
Primeiro reagiu mal. Queria ir à recepção do Hotel fazer queixa. Puxa! Era o que me faltava para acabar bem a cena! :) Ainda ficou a pensar durante um bocado no meu sangue frio, perguntou-me algumas vezes se me tinha mesmo aguentado e acho que acabou por acreditar. Felizmente consegui convencê-la e acabámos a rir daquilo tudo. E ela até reconheceu que ouvia os meus "nãos" lá na salinha dela. É mais uma história que fica.
Agora, se me tivesse calhado a massagista que calhou a ela, não sei não... :)

Dúvidas existênciais

Serei assim tão desinteressante? Sei que não sou uma pessoa cativante, pelo menos numa análise superficial, mas será que perco assim tanto p...