O vento vai me levando nesta minha nuvem que eu tento manobrar. Daqui vejo o mundo e o que me marca escrevo, por sentir que apenas a escrita, ouve e compreende os meus desabafos. Mas nem tudo o que vejo é real. Muitas vezes são apenas delírios da imaginação ou simplesmente, sonhos.
quinta-feira, dezembro 19, 2013
Estou completamente fã desta moça
Adoro a voz, adoro a sua expressividade, irreverência e claro, é inevitável, a sua beleza.
Seria uma surpresa se dissesse que estava apaixonado? :)
Se gostaram, pesquisem no youtube. Tem dezenas de "covers"!
terça-feira, dezembro 17, 2013
Just don't tell anyone...
Quando vejo este video;
Sinto um vazio na barriga por tudo o que podia ter vivido e não vivi....
Sinto um vazio por tudo o que podia ter sido e não fui...
Just don't tell anyone...ok?
segunda-feira, dezembro 16, 2013
Viajar sozinho?
Porquê?
Pois, pensando bem até acho que não faz sentido. Porque quando se viaja, uma das coisas boas é poder partilhar a experiência.
Então?
Estará o problema na companhia?
Estará o problema em mim?
sexta-feira, dezembro 13, 2013
A imagem não tem muito a ver com o texto mas gostei dela e quis colocá-la aqui
É,... Não tenho andado muito entusiasmado com a vida...
Uns dias melhores, outros piores....
Ainda por cima tenho sido preguiçoso com o blogue, que durante tanto tempo foi o meu "ombro" mais fiel e mais próximo.
Tento destingir se sou eu que sou demasiado exigente, mal agradecido ou se é legítimo esperar mais da vida e do que ela nos dá.
Vou continuar à procura das respostas.
Ah, e já tenho as férias marcadas. Decidi esperar e ir de férias acompanhado, mas não escondo. Aqui não escondo. Continuo com aquele desejo de viajar sozinho. Porquê? Vou tentar explicar depois.
Uns dias melhores, outros piores....
Ainda por cima tenho sido preguiçoso com o blogue, que durante tanto tempo foi o meu "ombro" mais fiel e mais próximo.
Tento destingir se sou eu que sou demasiado exigente, mal agradecido ou se é legítimo esperar mais da vida e do que ela nos dá.
Vou continuar à procura das respostas.
Ah, e já tenho as férias marcadas. Decidi esperar e ir de férias acompanhado, mas não escondo. Aqui não escondo. Continuo com aquele desejo de viajar sozinho. Porquê? Vou tentar explicar depois.
quarta-feira, novembro 20, 2013
E agora???
Eu: Mal acabe o trabalho que tenho agora em mãos, vou tirar
férias!
Ela: Vais? E para onde vais?
Eu: Bem…nem sei… Eu queria passear para algum lado e até já
tinha pensado nos Açores,…
Ela: Açores??
Eu: Sim, achei que era um bom destino para viajar sozinho.
Mas tenho um problema nesta parte do “ir sozinho”. É que eu não estou sozinho,
mas como vou dizer que vou à outra pessoa sem a magoar?
Ela: mas porquê? Não entendo.
Eu: É que ela não só, não pode tirar férias agora, como não
tem dinheiro disponível para isso, nem agora nem nos próximos tempos e eu
também não tenho dinheiro para pagar o dela, mesmo que ela estivesse livre para
ir…
Ela: Hummm….
Eu: E eu para tirar férias para ficar em casa ou na casa
dela não tiro, porque não tenho paciência para estar sem fazer nada.
Ela: Então fala com ela. Acho que vai entender.
Eu: Sim, talvez, mas vai ficar triste...
Ela: Deixa isso. Vai!
Já tive esta conversa com uma pessoa e foi mais ou menos assim.
Desafio:
Imaginem-se no papel de "Ela" e digam-me que conselhos me dariam.
Desafio ainda mais difícil:
Imaginem-se no papel da 3ª pessoa e digam-me como reagiriam.
terça-feira, novembro 19, 2013
quarta-feira, novembro 13, 2013
quarta-feira, novembro 06, 2013
Perguntas que ainda não fiz
"E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música."
Friedrich Nietzsche
E tu?
Ouves músicas que parece que mais ninguém ouve? Danças?
Aquela vida à tôa
Ontem, deu-se, no meu modesto T1, mais um dos meus interessantes serões caseiro-culturais. De um lado eu e a tábua de passar ferro e o inevitável ferro e dou outro, um velho DVD de um espectáculo gravado para a RAI, com Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Toquinho e Miucha.
Como passar a ferro não ocupa muito espaço cerebral fui pensando e pensando pensei: se alguém me perguntasse que figura pública ou personagem histórica, gostaria de ter sido ou de ser, tive a certeza que essa figura ou personagem estariam certamente naquele DVD. Só não consegui decidir entre Vinicius e Tom Jobim. Não consegui escolher entre as estabilidades e instabilidades psicológicas e emocionais de um e do outro.
Se pudesse ir alternando... um dia o feitio mais sereno e melancólico de Tom Jobim e noutro, a alma mais atormentada de Vinicius e claro a sua necessidade de se sentir constantemente apaixonado. A sua necessidade de se sentir constantemente amado. A sua paixão pela beleza do Ser Mulher. Em comum, aquela vida boémia e contemplativa. Aquela vida boa, "aquela vida à tôa" do Samba de Orly".
segunda-feira, novembro 04, 2013
Isto não é suposto acontecer a um homem, ou é?
Esta história é quase inacreditável, não tanto pelo que
aconteceu, que já de si me parece invulgar, mas pelo sítio onde aconteceu.
Lembro-me que na Tailândia, ainda eu era casado, eu e
a minha mulher, decidimos que tínhamos que fazer uma massagem. Era quase
obrigatório. Mas no meio de toda aquela confusão das grandes cidades asiáticas,
onde ainda por cima, como era o caso de Bangkok, o negócio do sexo é muito famoso, a minha mulher apenas
admitiu fazê-la no Hotel. Por questões de segurança, disse ela. E assim foi. Mas nem por isso deixei de ser assediado e de me ter visto em “papos de aranha”
para conseguir manter a cabeça fria, apesar de todo o meu corpo quente, muito
quente mesmo querer seguir por outros "caminhos". Na altura escrevi isto.
Bem, mas voltando ao início, fui no sábado passado à minha
cidade “berço” e como sempre, nestas ocasiões, aproveitei para dar um salto a
uma famosa loja de livros e audiovisual existente num dos Centros Comerciais da
terra.
Estava então eu dedilhando os DVD’s musicais, na secção
Brasileira, quando de repente, uma mulher que estava ao meu lado, tocou com sua
mão a minha. Por breves fracções de segundo achei o contacto casual, até
perceber que caricias nas mãos, não acontecem casualmente. Sempre agarrada à
minha mão, que eu, meio em pânico, fui deixando ficar (acima de tudo não quis
que a mulher se sentisse humilhada com a situação e queria sair daquilo de
forma mais digna possível para os dois), ela começou a falar. Sobre o que
procurava, se era brasileiro, se já lá tinha ido e quase logo de seguida,
depois de eu ter dito que não encontrava o DVD que procurava, perguntou-me se
eu não estava à procura de mais nada, se não quereria outra coisa. Eu tirei
então a mão delicadamente e com um sorriso agradeci e disse que não, que não
precisava de nada e afastei-me.
Mas se querem saber a verdade, embora a situação seja
estranha, em certo sentido até humilhante e degradante, a mim deixou-me feliz.
Deixei-me levar pela ilusão, ou não, de que provoco algum sentimento nas
mulheres. Uma certa irresistibilidade e isso sabe bem. Alimenta-nos uma parte
de nós tão difícil de contentar. Um momento bom, para recordar com um sorriso
nos lábios.
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