domingo, fevereiro 22, 2015

sexta-feira, fevereiro 13, 2015

Fica aqui comigo esta noite…

Toco a tua pele macia, sinto o teu cheiro e o teu calor. Beijo os teus lábios e tu respondes com beijos ora doces e meigos, ora atrevidos. Eu avanço sobre o teu pescoço o teu ombro e tu gemes ao mesmo tempo que te encolhes. O teu corpo reage-me e  eu reajo aos teus impulsos.

- Acho que chegámos ao ponto sem retorno? 
- Queres voltar atrás?
- Não, é tarde de mais,….
…
Deixa-te ficar aqui comigo. Deixa-me sentir a tua pele na minha, deixa-me acariciar-te, deixa-me beijar-te,…


Fica aqui comigo esta noite…

terça-feira, fevereiro 10, 2015

A vida segue nos próximos dias

Não sei bem como isto me acontece, mas o facto é que acontece cada vez mais. Ou então sou eu que ando a ver coisas onde não existem. Decidam vocês.

Mais uma vez estou próximo de me envolver com uma mulher. Apareceu do Facebook (isso já não é novo), foi ela que apareceu (também não é novo) e passado algum tempo de nos andarmos a “vigiar” mutuamente, fomos falando e acabámos por marcar um encontro. Nada de novo.

O que muda? Muda o facto de esta moça ser casada (e pela segunda vez), com filhos deste e do outro casamento, de o actual marido (mais velho que ela) estar a trabalhar no estrangeiro, noutro continente e de ser uma mulher com algumas (talvez até bastantes) posses e independente.

Fala da vida e do casamento de forma descontraída, de uma forma demasiado simplista. Diz que não ama, que nunca amou, mas não me pareceu que tivesse a intenção de acabar com o que tem. Demonstra confiança e move-se na vida dessa forma, talvez resultado de uma facilidade que só o dinheiro traz à vida, resultado de uma facilidade de quem compra quase tudo o que quer
.
Ao contrário dos outros casos de que falei num post atrás, em que me propuseram uma relação com poucos compromissos, por eu não estar nem preparado, nem interessado em mais, esta não demonstra querer ter um relacionamento sério comigo. Não a sinto eufórica, e comunica apenas o necessário para me “manter à tona”, mas é firme naquilo que transmite. Não anda, por isso, à procura do homem da vida dela. Tudo aponta para que queira apenas uns momentos relaxantes.

A vida segue nos próximos dias.


PS. Se quiserem deixar palpites sobre o que vai acontecer a seguir e melhor, se quiserem deixar avisos e conselhos, estejam à vontade. :)

terça-feira, fevereiro 03, 2015

Dia Especial



"Se alguém já te deu a mão
E não pediu mais nada em troca
Pense bem, pois é um dia especial"

sexta-feira, janeiro 23, 2015

Os dias que passam

Desde que tenho estado sozinho, há cerca de 8 meses, envolvi-me fisicamente com três mulheres. Todas elas me apanharam vulnerável e eu acabei por ceder. Não procurei ninguém mas as coisas aconteceram. Como já aqui disse antes, tenho muita dificuldade em dizer não.

E nos três casos eu sabia, à partida, que não existia nada mais do que atracção física e que portanto, seriam todos casos passageiros. Passageiros até que o “não” chegasse e saísse.
   
O que nos três casos é curioso e para mim, surpreendente, é que, quando se começaram a aperceber do não eminente, todas me propuseram uma relação apenas física, sem compromissos morais nem temporais. Uma amizade colorida.

E o mais surpreendente para mim, é que como homem, sempre me considerei muito melhor como companhia do que como amante. Será que tenho estado enganado todo este tempo?

Mas o facto é que, em nenhum dos casos, assim que voltei a mim, quando percebi que era uma relação sem futuro, acabei por recusar diplomaticamente as propostas e terminar com os casos ocasionais. E porquê, se um aconchego de vez em quando sabe tão bem?


Porque não ando à procura de sexo pelo sexo. Quero mais, quero muito mais. Quero companhia, quero cumplicidade, quero paixão, quero sentir falta, quero amar. E quando o dia chegar, quero estar atento para encontrar e livre para me entregar, em pleno.

terça-feira, janeiro 20, 2015

92

Esta Minnie tira-me do sério. Mesmo de dedo levantado,... ou se calhar é por isso mesmo. :)

Roubei-a daqui: http://porqueumdia.blogspot.pt/

E agora? Como vivo eu sem carta de condução?

Durante a semana, começo logo com uma vantagem. Acordo uma hora mais tarde. Existiu há bastante tempo, uma ordem da Direção, para que os técnicos daqui do “tasco” (eu e o meu colega), um de cada vez, começássemos a entrar às 8 horas, para controlar a entrada ao serviço, do pessoal de campo. Eu cumpri a ordem, o meu colega nem por isso. Não sei se a Direção já se esqueceu da ordem, mas eu continuava a estar no por aqui às 7:45. Agora, à boleia com o meu colega, chego entre as 9 e as 9 e meia. É bom.

Entretanto, como tive tempo para me preparar, arranjei uma mochila onde levo as coisas que é costume levar no porta-luvas do carro. Óculos escuros, luvas, chaves daqui e dacolá, sacos de compras, canetas, pen-drives, papelada diversa e um mini guarda-chuva, que já me deu muito jeito um destes dias.

Saio, então de casa, de mochila às costas e ando um bocadito a pé, o suficiente para facilitar a vida à minha boleia. Depois, já no “tasco”, não há grande problema. Estamos numa fase do ano tranquila e há sempre alguém para me conduzir sempre que preciso de ir a algum lado (nem que seja a mulher da limpeza). Ao almoço, vou com o meu colega, mas isso já fazia antes, uma vez um, uma vez o outro.
No regresso à cidade, há uma pequena diferença. Eu que entrava sempre a horas, saía do “tasco”, cumprindo os mesmos padrões de pontualidade. Já o meu colega, perde um bocado a noção das horas e a maior parte dos dias saímos já perto das 5 e meia.

Por estranho que possa parecer, sabe-me bem andar a pé pela cidade. Vejo gente, encontro pessoas conhecidas, com quem troco algumas palavras e faz me bem apanhar este friozinho na cara. Assim, dou por mim a arranjar motivos para pedir à minha boleia para me deixar no meio da cidade e depois, aí vou eu, de mochila às costas, às compras ou fazer outra coisa qualquer e sigo caminho, feliz da vida para casa.

Em casa pouco muda, claro, mas há algumas exceções, como na semana passada, que tive que ir à noite a um velório. Não me dei sequer ao trabalho de procurar boleia. Fui a pé. Vinte minutos para lá e vinte minutos para cá. Não custou nada e até cheguei a casa revigorado pelo frio e pela caminhada. Hoje, quero ir ver um concerto ao Cine-Teatro e farei mais ou menos o mesmo trajeto. Eu gosto de andar a pé e sem calor até me sabe bem. Enrijece os ossos.

Quanto aos fins-de-semana, ainda só tive um e foi um pouco à experiencia. Fui, como costumo ir aos sábados, almoçar ao fórum. No entanto, achei a caminhada grande para um almoço banal. Amanhã logo vejo se repito a dose ou não. (Repeti. Apeteceu-me ver gente. Mas para compensar a caminhada vinguei-me numa francesinha da Portugália).

De resto faço tudo o que me apetece, dentro dos limites razoáveis da cidade. Se me apetece vou ao Pingo Doce no centro. Não posso ir ao BricoMarché, ao MaxMat ou à Dechatlon, onde ia com alguma frequência, não sei fazer bem o quê, mas sei que sempre poupo alguns trocos com essa impossibilidade. Leio mais, vejo mais DVD’s de música e passo mais tempo na net.

Portanto, sem dramas. É apenas uma nova experiência na minha vida e não faço nada que muita gente, que não tem carro ou carta, faz uma vida inteira.

Em conclusão, até quase acho que a vida ficou mais animada e interessante. Tinha muito medo de sentir demasiado a falta de liberdade que um carro nos dá, de me sentir preso a casa e aos outros, mas não aconteceu. Até certo ponto, até me sinto mais livre e desprendido.

quinta-feira, janeiro 15, 2015

quinta-feira, janeiro 08, 2015

104

Não sei quem escreveu. Apanhei no Facebook.

Dúvidas existênciais

Serei assim tão desinteressante? Sei que não sou uma pessoa cativante, pelo menos numa análise superficial, mas será que perco assim tanto p...