sexta-feira, fevereiro 17, 2012

Pela 3ª vez neste blogue, agora dirigido e comentado

Da cabeça aos pés, tudo o que me deixa sem fôlego

Cabelos compridos e rebeldes para os afagar e esperar que soltos, me percorram as costas;
Compridos sim, rebeldes nem por isso, mas em certas ocasiões ficam e sim, já andaram pelas minhas costas.:)

Alças e ombros à mostra para pegar nas mãos, correr os braços nus, passar nos ombros e envolver o pescoço atrás das orelhas;
Bem, agora está frio, mas pelas fotos que já vi, é bem provável que haja lá por casa umas alças que deixem os ombros à mostra. De qualquer forma já tive os braços nús, já passei a minha mão pelos ombros e envolvi o pescoço atrás das orelhas. :)

Decote generoso e cheio, com um colar pendente para traçar a linha do desejo, para percorrer com a ponta dos dedos;
É que tem estado mesmo muito frio... Nada dado a grandes decotes, mas depois conto. :)

Mãos com pulseiras e unhas pintadas de cor, porque ser feminina é isso mesmo. É cor, é enfeite, é magia;
Muita magia feminina. Gosto muito. :)

Vestido de tecido ao mesmo tempo leve, mas pesado o suficiente para marcar as curvas do corpo em movimento, só para poder adivinhar primeiro, tocar depois e levantar por fim, porque nada é para fazer depressa de mais.
Sim, vestidos sim, mas por enquanto ainda com muita roupa por cima e por baixo,...nunca mais chega o verão. :)

Tatuagem no fundinho das costas, para ter também um pretexto para ficar a olhar para uma das curvas mais sensuais da natureza;
Tatuagem não há, mas o resto sim. Curvas bonitas e inebriantes...

Rabo redondo em forma da lua, porque sim;
O que será isso de um rabo em forma de lua?? Mas sim, é redondo e bonito. Eu gosto. :)

Sandálias de salto nuns pés pequenos e de unhas pintadas que caibam nas palmas das mãos;
As sandálias vão chegar com o verão e os pés já estiveram nas palmas das minhas mãos...:)

E mais, muito mais!...Será um sonho??

quarta-feira, fevereiro 15, 2012

Será??

Roubado daqui

Há anos que tento perceber isso, e confesso, cada vez mais acho que o cartoon está certo. Será?

segunda-feira, fevereiro 13, 2012

E sinto-me leve e feliz...



Virei os ponteiros e agora estou virado para aqui:

"(...)Um amor tão puro que ainda nem sabe
A força que tem(...)
Te adoro em tudo, tudo, tudo
Quero mais que tudo, tudo, tudo
Te amar sem limites
Viver uma grande história

Aqui ou noutro lugar
Que pode ser feio ou bonito
Se nós estivermos juntos
Haverá um céu azul(...)"

quarta-feira, fevereiro 08, 2012

Caminhadas II

Lembram-se de eu ter escrito isto?
Pois é, o tempo passa e acaba por curar as feridas mais depressa do que às vezes pensamos, e hoje posso e vou escrever diferente.

"Acho que me estou a a apaixonar, e desta vez pela pessoa certa. Sei disso porque me sinto-me realmente leve e feliz."

terça-feira, fevereiro 07, 2012

[...]

Um mimo para as minhas amigas visitantes deste blogue.
É só escrever o vosso nome. :))

quinta-feira, fevereiro 02, 2012

Uma repetição. Estou a precisar. :)

Da cabeça aos pés, tudo o que me deixa sem fôlego

Cabelos compridos e rebeldes para os afagar e esperar que soltos, me percorram as costas;


Alças e ombros à mostra para pegar nas mãos, correr os braços nus, passar nos ombros e envolver o pescoço atrás das orelhas;

Decote generoso e cheio, com um colar pendente para traçar a linha do desejo, para percorrer com a ponta dos dedos;

Mãos com pulseiras e unhas pintadas de cor, porque ser feminina é isso mesmo. É cor, é enfeite, é magia;

Vestido de tecido ao mesmo tempo leve, mas pesado o suficiente para marcar as curvas do corpo em movimento, só para poder adivinhar primeiro, tocar depois e levantar por fim, porque nada é para fazer depressa de mais;

Tatuagem no fundinho das costas, para ter também um pretexto para ficar a olhar para uma das curvas mais sensuais da natureza;

Rabo redondo em forma da lua, porque sim;

Sandálias de salto nuns pés pequenos e de unhas pintadas que caibam nas palmas das mãos.

Será isto tudo amor?

Mentiroso, pouco honesto, sem vontade própria, cobarde, desistente, … Será isto tudo amor?

Desde que me separei tenho tido mimos de duas mulheres. A mulher com quem vivi e estive casado 15 anos e a mulher que precipitou a minha, já decidida, separação.

Com tanta sorte ou azar, fiquei sem as duas na mesma altura. Uma por vontade própria e outra pela própria vontade dela. A história podia acabar por aqui que já era suficientemente trágica.

Mas não. Insistem em fazer-me a vida negra atirando-me à cara algumas supostas verdades. A uma tive de “pedir” para me mandar os insultos a outra limitou-se a escolher o meu aniversário para me oferecer uma colecção de textos em minha homenagem. Se mesmo o mais seguro dos homens tremeria perante este ataque, imaginem-me a mim.

Eu, que por ser honesto comigo e com os outros e não gostar de mentiras, acabei com um casamento de 15 anos, por vontade própria, enfrentando sozinho e de “caras” a minha vida pela qual não desisti antes, não desisto agora e nem nunca desistirei. Não sou perfeito nem ambiciono tal coisa, apenas peço alguma compreensão e acima de tudo respeito pela minha maneira de ser, como eu respeito a maneira ser de cada um.

Eu também

São mais sete aninhos, mas não é muito a diferença, pois não?

quarta-feira, fevereiro 01, 2012

Por falar em nomes

Da primeira vez que fui ao Brasil, fui a Porto Seguro, na Bahia. As primeiras impressões ficaram registadas neste texto.

Num dos dias em que estávamos na Praia da Coroa Vermelha, apareceram-nos umas crianças
Pataxós a vender artesanato. Como sempre, metemos conversa, tentando saber tudo quanto podíamos, tal era a sede de partilha. Simpatizámos com eles e eles connosco, de tal forma que acabaram por nos avisar que haveria uma festa de casamento na tribo deles e que nós poderíamos ir. E nós fomos, claro!


Até hoje ficámos na dúvida se aquilo seria uma montagem para turista ou se de facto era um casamento mesmo a sério. O facto é que até hoje continuámos na dúvida, pelo que, se tiver sido montagem, foi muito bem feita. Comemos e bebemos com eles coisas exóticas e muito boas e a certa altura, no fim de um ritual do casamento, fomos convidados para outro ritual, mais privado, de baptismo Pataxó. O único homem que conseguiu ser arrastado fui eu, mas fui arrastado mesmo. O ritual foi interessante, recatado e intenso, de tal forma que muitas das pessoas choraram durante a cerimónia. Estávamos todos em roda (10, 12 pessoas), quase sempre de mãos dadas, e no final foi-nos dado um nome índio. O meu, eu já não me consigo lembrar, só me lembro que era o nome de uma madeira muito dura, porque o cacique dizia que eu era “duro na queda”. Talvez o facto de eu quase nunca fechar completamente os olhos, quando ele mandava, tenha tido alguma influência. mas o nome perdei-o. Alguém sabe o nome índio de uma madeira Brasileira dura?

A segurar-me para não lhe mandar esta música


"Heart beats fast
Colors and promises
How to be brave
How can I love when I'm afraid to fall"

A minha laranja

Imaginemos que eu sou como uma laranja, constituído por gomos muito juntinhos dentro de uma casca. Cada um dos gomos representa um estado...