Um outro brinquedo que tive, foi uma daquelas bolas dos ciprestes (de seu nome técnico, gálbula) que guardei de uma antiga formação de campo e transportei no carro durante muito tempo. Um tempo que, por coincidência (ou não), me ligou a uma moça importante na minha vida.
Numa altura em que soube que a moça se ia embora, resolvi transformar a bolita numa lembrança que me pudesse "transportar" com ela. Algo que fosse verdadeiramente pessoal. Por me ter pertencido e por ter sido eu a fazê-la. Acabei por fazer daquilo uma espécie de bolacha para ser usado como pulseira ou colar. É o que aparece na foto.
No final, acabei por achar que a moça não a merecia, porque não perceberia o significado de um objecto tão simples e tosco e fui guardando a "coisa" à espera do dia em que acharia que ela compreenderia. Até hoje…
Encontrei agora a “coisa” no porta-luvas do carro e lembrei-me. De tudo. Afinal a recordação ficou para mim.
Cada um que dê sua interpretação ou vc explicaR? rsrs
ResponderEliminarTenho tantas coisas dessas guardadas. E esqueço-me delas nas mil mudanças que faço. Ultimamente deito tudo fora, o meu presente nao se pode construir só de recordações, tem de ser do dia de hoje. Bjs
ResponderEliminarQue pena que a moça não a tenha merecido. Será q um dia darás a alguém que realmente entenda o sentido?
ResponderEliminarAbraço
p.s.: Qdo comentei pela primeira vez não aparece para mim o texto... por isso não entendi nada.
Culpa minha Marcela, publiquei primeiro a fotografia e só depois o texto. :)
ResponderEliminarAndorita, eu também já sou muito selectivo no que guardo, mas tenho muita pena do que mandei embora na minha grande mudança, o casamento. Não levei nada comigo. Deitei tudo fora. Burro! :))
ResponderEliminarTambém tenho uma porção de coisaa para "mexiricar".
ResponderEliminarMas também jogo fora tudo que sobra de relações rompidas e o pior e que também sempre sinto falta depois...
burra aki também!!