sexta-feira, fevereiro 25, 2011

Devaneios de uma tarde de Sexta ao sol

Gosto de ver as moças de saias. Volta e meia devia ser obrigatório. Já perdi a conta às que impingi à minha mulher e que ficam no armário por estrear, mas isso é outra história. Gosto porque gosto. Ponto final.

E por falar noutra história, estou ansioso pelo início do verão. O que acontecerá quando o calor apertar, começar a subir por essas pernas acima e as moças que usam agora aqueles collants grossitos, apenas com umas “imensas” minissaias ou calções, tiverem que os tirar? Vão deixar-nos de cabeça perdida? Se assim for, por favor, avisem-me para eu me preparar, caso contrário, sou bem capaz de me começar a espetar contra os postes e de atropelar várias velhinhas nas passadeiras. Obrigado.

sexta-feira, fevereiro 18, 2011

Já decidi


Quando vender a quinta vou comprar uma floresta.

quinta-feira, fevereiro 17, 2011

quinta-feira, fevereiro 10, 2011

A época de aparvoar este ano chegou mais cedo. :)


Estava um destes dias a ouvir na rádio, uma investigadora falar sobre sexologia feminina, quando a ouvi dizer que, nos inquéritos que desenvolveu para o estudo que fez, (estudo esse que deu origem ao livro de cima), a maior parte das mulheres mencionou o sexo em grupo, como sendo a sua fantasia sexual mais estimulante.

Perante isso só me pergunto, mas porque é que ainda ninguém me chamou???!!!

segunda-feira, fevereiro 07, 2011

Nas coisas do amor

Já lá vão alguns anos desde que tive a sorte de passar, quase de raspão, pela vida de uma miúda muito especial. Ao contrário, ela entrou na minha e ficou. Guardo-a na memória até hoje. Porque a desejei, porque lhe tive que resistir, devido à paixão que o meu melhor amigo tinha por ela, mas principalmente porque, pela primeira vez na vida, me fez sentir numa relação adulta e intensa. Vivi alguns dos dias mais felizes e mágicos da minha vida.

Foi o verão do Rui Veloso e dos seus “Mingos & os Samurais”, foi o verão dos grandes concertos do Phil Collins e nós estávamos na magia da primeira semana de férias. Por sorte (mas não por acaso), os nossos Pais imaginavam-nos na escola, e por mais um feliz acaso, ela estava sozinha em casa. Deixou de estar. Ficámos por lá os dois juntos, 4 ou 5 dias.

Foi a mulher que me ensinou que há muito mais numa relação sexual além do acto em si, acto esse a que, curiosamente nem nunca chegámos. Apenas porque para ela, eu era só um consolo numa zanga de um longo namoro e por isso não quis ir mais longe. Mas andámos perto. Mesmo muito perto.

Morena, decidida, um pouquinho mais velha e muito mais experiente em quase tudo na vida do que eu, era uma moça com uma dose certa de loucura, que a fazia capaz de, num minuto, tomar uma decisão que eu levaria 24 horas a decidir. E eu gostava disso, mas gostava também da forma como namorávamos. Do erotismo com que nos envolvíamos e na mestria como ela abordava todos os momentos. Tudo muito puro na procura dos corpos e das sensações de todos os sentidos a dois. Fomos sempre dois nos momentos em que nos envolvemos.

Alguém entende? Fui mesmo muito feliz e nem foi necessário “consumar” nada.

Naturalmente ela voltou para o namorado, eu tive um desgosto enorme e fiquei profundamente abalado (a sério). Nunca mais a voltei a encontrar e nunca mais encontrei alguém que provocasse em mim o mesmo efeito. Terei encontrado algumas mulheres parecidas, terei sentido e sinto em alguns momentos, sensações igualmente intensas mas mais nenhuma mulher foi capaz de se libertar para mim e de me fazer libertar a mim próprio daquela forma. Magia pura.

sexta-feira, fevereiro 04, 2011

Encantadas


Pela segunda vez neste blogue:
Simples, leves, frescas e femininas. Um encanto. :)

quarta-feira, fevereiro 02, 2011

Que dia bonito

Eu e as Zonas Húmidas, tudo isto debaixo da inspiração de Iemanjá, a Rainha do Mar. Que dia bonito. :))
2/2/2010
2/2/2009
2/2/2008
2/2/2007

sexta-feira, janeiro 28, 2011

E de repente,...

..., esta semana, parece que todas as mulheres reparam em mim!!!!

Começou na segunda-feira, com a moça da loja dos óculos, para quem, qualquer par me ficava "mesmo bem", e falava, falava e falava. Derretia-se em simpatia, passando por umas míudas que andam por aqui a tirar um cuso qualquer, que passam por mim, sempre cheias de sorrizinhos, segredinhos e olhares fixos, acabando hoje na minha Ex a recordar-me dos bons velhos tempos, que de mim só tem boas recordações e a convidar-me para um cafézinho um dia destes,... Felizmente moramos longe um do outro!

Puxa, que isto não está nada fácil! :))

quinta-feira, janeiro 27, 2011

E quando eu descobrir o segredo...



E quando eu descobrir o segredo
Da nebelina cinzenta
Que torna a água barrenta
E sem perdão me esmaga o peito

E quando se levanta de repente
A névoa que cobre o rio
Que gela tudo de frio
E escurece a corrente

Longa se torna a espera
Na névoa que cobre o rio
Lenta vem a galera
Na noite quieta de frio
E quando...

E quando eu apanhar finalmente
O barco para a outra margem
Outra que finde a viagem
Onde se espere por mim

Terei, terei mais uma vez a força
Para enfrentar tudo de novo
Como a galinha e o ovo
Num repetir de desgraças

Longa se torna a espera
Na névoa que cobre o rio
Lenta vem a galera
Na noite quieta de frio
E quando...

Caminhos

Alguém falava por aí na rede, em caminhos e nas escolhas de percursos e eu fiquei a pensar no assunto.

Exactamente porque neste momento estou a seguir a minha estrada, traçada há já muitos anos, e embora as coisas nem sempre tenham corrido como desejei, tenho agora a possibilidade de caminhar na direcção de um objectivo aliciante, colocado mais à frente, mas nesta mesma estrada. No entanto é preciso começar desde já a dar forma a esse objectivo e o problema é que, ao mesmo tempo, tenho olhado com muita atenção e até com alguma tentação, para muitos cruzamentos. E mais, estou sempre à espera de encontrar o “tal” caminho novo ao virar da curva.

E a questão é, a minha dúvida é, a minha insegurança é: posso continuar na minha velha estrada e olhar só em frente, esquecer que existem caminhos diferentes e esperar e fazer por ser feliz nesta mesma estrada; posso desviar o meu caminho, num qualquer cruzamento em que o destino pareça melhor; ou simplesmente posso sair da estrada, caminhar pelo campo e esperar com calma e de espírito aberto, um caminho que me pareça ser o “meu”, feito à minha medida. Porque cada um tem o seu, não tem?

Dúvidas existênciais

Serei assim tão desinteressante? Sei que não sou uma pessoa cativante, pelo menos numa análise superficial, mas será que perco assim tanto p...